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MEC apóia
a idéia
O ministro
Paulo Renato Souza aparentemente comprou a idéia e nomeou uma
comissão para acompanhar de perto os trabalhos e auxiliar na viabilização
do projeto de educação à distância. Eduardo Machado, coordenador
de Políticas Estratégicas da Secretaria de Educação Superior do
MEC, considera a idéia do consórcio altamente positiva, principalmente
por viabilizar a distribuição e produção de material didático
com custos reduzidos. "Achamos que, inicialmente, a educação à
distância deverá priorizar a formação e o aperfeiçoamento de professores
para suprir o déficit de profissionais nesta área, principalmente
nas regiões Norte e Nordeste", argumenta o coordenador. Esta ênfase
deve se estender até 2006.
Ele alerta,
porém, que ainda é muito cedo para fazer projeções de quantas
vagas poderão surgir. "Não se pode, também, criar falsas expectativas
quanto à virtualidade total dessa universidade. Certamente, pelo
menos no início, uma parte deverá ser presencial ou semi-presencial
devido às limitações óbvias do sistema", justifica Machado. Mesmo
assim, não lhe resta dúvida que os resultados deverão causar um
grande impacto no cenário educacional brasileiro.
A dúvida que
fica é de como estes alunos serão avaliados. Tanto para o coordenador
do MEC como para a professora da UFRJ não existe uma forma absolutamente
segura, mas é sabido que a aferição do rendimento dos alunos deverá
ser periódica e algumas delas serão feitas em local onde o aluno
compareça pessoalmente, para evitar fraudes.
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