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Extra!
Extra!
Caros leitores,
antes de mais nada, queremos dar boas-vindas ao novo colaborador
do Extra Classe, o cientista político José Luis
Fiori. Bem, nem tão novo assim. Afinal, ele já compareceu
em nossas páginas em mais de uma ocasião com seus
artigos sobre conjuntura nacional e internacional e como fonte
recorrente para reportagens sobre o tema. A novidade é
que, a partir desta edição, ele passa a colaborar
mensalmente com suas análises precisas e repletas de informações
fundamentais para compreensão da dinâmica política
de nossos tempos. Cada vez mais os interesses internacionais influenciam
de forma incisiva nosso cotidiano e é nossa obrigação
como veículo de informação oferecer o máximo
de subsídios para o entendimento de tais fenômenos
políticos. Como todos já devem ter percebido, desde
que Barbosa Lessa nos deixou, em março, nenhum colunista
o substituiu. Trata-se de um espaço editorial e de um escritor
insubstituível, em nossa avaliação. Portanto,
ao invés de tentarmos preencher esta lacuna, inauguramos
um espaço fixo para artigos de outra temática, assinados
por Fiori.
Na busca de compreensão dos fatos políticos internacionais
que nos afetam ou afetarão, realizamos uma reportagem sobre
a ALCA, enfatizando as divergências e contradições
que envolvem esse (des)acordo, desde as implicações
políticas em ano de eleições presidenciais
no Brasil até o perde-ganha de cada país
envolvido nas tratativas para lá de truncadas.
Em nossa entrevista do mês, Lobão solta o verbo contra
os cartolas da indústria cultural e defende
a numeração de obras artísticas para estancar
a pirataria, não a dos camelôs, mas a que a própria
indústria pratica contra músicos e escritores. Na
reportagem A metrópole na cabeça, fomos ver como
anda o debate sobre a influência do espaço urbano
em nossa psicologia individual e social; em como a psicanálise,
a ciência e a arte enxergam a cidade e como esse olhar está
impregnado em nosso dia-a-dia.
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