Capa ampliada


Ano 17 - nº 160
DEZEMBRO DE 2011

COLUNISTAS

Luis Fernando Verissimo

Luis Fernando Verissimo (René Cabrales)Desconfio que ainda nos lembraremos destes anos como a época em que vivemos com o acompanhamento dos alarmes de carro.

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Elisa Lucinda

Elisa Lucinda Ai, as mulheres gordas tomadas banho... conheci algumas: Julieta, Maria Sobrinha, Neli, Nete e as que agora não me recordo mas amo.

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Fraga

Fraga (René Cabrales)Estamos em plena War. O campo de batalha é um vasto verde.

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Marco Aurélio Weissheimer

Marco Aurélio Weissheimer (René Cabrales)Escritor, jornalista e ativista político, o paquistanês Tariq Ali participou de duas das primeiras edições do Fórum Social Mundial em Porto Alegre.

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José Antônio Alonso

José Antônio Alonso (René Cabrales)Ao aproximar-se o final do ano, mobilizam-se os analistas de todos os tipos para verificar o desempenho da economia no período que termina e discutir as perspectivas para o próximo exercício.

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PALAVRA DE PROFESSOR

A crise do ensino
João Timotheo Esmerio Machado*

O ensino vive uma nova crise. A escola sempre foi uma instituição inquestionável. O modelo entrou em colapso com o aparecimento da juventude informatizada, conectada à internet e autodidata. Os jovens atuais não estão “nem aí” para o saber oferecido na escola. Eles querem apenas viver a cultura deles, e os locais onde ocorrem essas vivências são os espaços escolares, onde organizam e inventam as novas culturas. O cotidiano maçante da escola é o preço pago para viver essa forma de sociabilização própria da juventude. Nossos jovens acharam nas escolas seus espaços de convivência.

A escola não tem de abandonar o ensino formal, mas se permitir a ouvir os novos clamores sociais. Não é abrir mão dos compromissos inquestionáveis de promover o ensino tradicional e os conhecimentos das gerações passadas, mas também criar espaços para as novas culturas juvenis. Por isso, o papel do professor tornou-se muito mais complexo do que no passado recente.

Hoje em dia na escola existem ricos e pobres, indivíduos que acham que a escola tem sentido e outros que ela não tem sentido algum. No caso do Brasil, ainda temos alunos que estão lá por que não têm para onde ir enquanto os pais trabalham, outros que frequentam os bancos escolares para fazer as refeições, para não perder benefícios sociais, para encontrar os amigos, conversar, namorar e viver a juventude. Os alunos sempre manifestam a necessidade de, antes de se ocuparem com os deveres escolares, vivenciarem os processos de humanização no ambiente escolar, negligenciados por suas famílias e pelo próprio Estado.

Essa situação provoca um grande desconforto e transforma as aulas num festival de bocejos, e as salas de aula num espaço maçante e enfadonho. Isso gera nos adolescentes os comportamentos agressivos, rebeldes e um enorme desinteresse, até por que eles não reconhecem na escolarização uma garantia de ascensão social. Muitos jovens querem o certificado de conclusão, apenas por justificativa social.

Os alunos têm de se conscientizar da necessidade de aprender a escrever, ler, contar, falar, digitar, navegar, enfim, se instrumentalizar para que possam viver o mundo social informatizado e contemporâneo. E esse é o caminho para se formar indivíduos críticos, informados, que expressem suas opiniões, seus sentimentos, suas discordâncias, capazes de ouvir, refletir e viver em paz com seus parceiros.



*Professor de História e Ciências Humanas
Senac Lajeado


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EXTRAPAUTA

CUT/RS avalia negociações coletivas
O economista do Dieese/RS, Ricardo Franzói, afirmou que os empresários gaúchos assumiram uma postura de resistência ao piso regional ao se negarem a debater produtividade nas negociações com os trabalhadores.
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Acesso à Educação Superior
O país registrou um crescimento de 110% no número de jovens de 18 a 14 anos no Ensino Superior na última década, passando de 3 milhões de matrículas em 2001 para 6,37 milhões em 2010, sendo a maioria 74,2%, concentrada nas instituições de ensino privado.
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Escolaridade em alta
Mais da metade (51,45%) dos adolescentes de 14 anos do país já têm escolaridade superior à de suas mães.
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PEC dos jornalistas
Por 65 votos a 7, o Senado aprovou em primeiro turno, no dia 30 de novembro, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/2009, que restabelece a exigência do diploma de curso superior de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, para o exercício da profissão de jornalista.
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Para o envio de cartas, sugestões e comentários para a redação: extraclasse@sinprors.org.br
Extra Classe é uma publicação mensal do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul - SINPRO/RS
Av. João Pessoa, 919 - CEP 90040-000 - Bairro Farroupilha - Porto Alegre - RS - BRASIL
Fone (51) 4009.2900 - Fax (51) 4009.2917 - http://www.sinprors.org.br
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