METODISTAS
Demissões sem pagamento
O final de 2002 para 140 professores e funcionários da Rede
Metodista de Educação (IPA, Americano/Imec, de Porto
Alegre, e Colégio União, de Uruguaiana) foi marcado
por um clima de indignação e revolta. Ocorre que a
direção geral da instituição cumpriu
o que vinha anunciando durante todo o segundo semestre: um grande
número de demissões. No entanto, não efetuou
o pagamento das verbas rescisórias dentro do prazo legal
de dez dias (em função da dispensa de aviso prévio),
alegando falta de verba.
Uma situação inadmissível, destaca
a professora Dolurdes Voos, diretora do Sinpro/RS. A instituição
vinha comunicando as demissões, mas não se planejou
para honrar com suas obrigações legais. Atitudes como
esta só podem ser repudiadas.
Após duas reuniões de negociação com
a direção da instituição, o Sinpro/RS
garantiu o pagamento das verbas rescisórias, em quatro parcelas
(de janeiro a abril deste ano). O parcelamento do débito
foi a única alternativa viável para impedir prejuízos
ainda maiores para os professores, conta Dolurdes. Do total
de demissões, 110 foram de professores, um número
bem superior ao que vinha sendo anunciado.
<< voltar
Mais Sindicato:
Campanha
Salarial 2003 - Negociações recomeçam em março
Qualificação
- FAQ tem inscrições até dia 28
Lassalistas
- Salários inferiores
Mestre
e Vetor fecham sem rescindir contratos
Sindicalização
- Campanha busca 2021 novos sócios
Notas
TRT
bloqueia contas da Urcamp
Unicruz
- Decisão da Justiça não é cumprida