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Ano 17 - nº 158
OUTUBRO DE 2011

COLUNISTAS

Luis Fernando Verissimo

Luis Fernando Verissimo (René Cabrales)Eu sei que não é a questão mais premente do momento, mas para onde foram as mulheres ancudas e de coxas grossas? Leia mais.



Elisa Lucinda

Elisa Lucinda
Pedro trabalha todo dia o dia inteiro, abrindo e fechando portas.

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Fraga

Fraga (René Cabrales) Era um quadro-negro que não era negro, era verde. Verde-escuro, manchado, empoeirado, mofado.

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Marco Aurélio Weissheimer

Marco Aurélio Weissheimer (René Cabrales)No dia 27 de novembro de 2002, o Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da Organização das Nações Unidas (ONU) definiu a água como um bem público, social e cultural, um produto fundamental para a vida e a saúde e não uma mercadoria destinada a enriquecer alguns grupos privados.
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José Antônio Alonso

José Antônio Alonso (René Cabrales)A formulação das políticas econômicas no Brasil tem enfrentado uma série de contradições, dilemas e ambiguidades ao longo dos últimos 15 anos, por conta das complexidades do país e da necessidade de harmonizar crescimento econômico com distribuição de renda, estabilidade de preços e equilíbrio financeiro. Leia mais

 




Dilemas da política industrial: ajuste no setor automotivo

Por José Antônio Alonso

extraclasse@sinprors.org.br

A formulação das políticas econômicas no Brasil tem enfrentado uma série de contradições, dilemas e ambiguidades ao longo dos últimos 15 anos, por conta das complexidades do país e da necessidade de harmonizar crescimento econômico com distribuição de renda, estabilidade de preços e equilíbrio financeiro. Resultados favoráveis foram alcançados, como o controle da inflação, alguma expansão econômica, redução do desemprego, elevação do consumo e inegáveis avanços sociais. Todavia, o arranjo das políticas monetária, cambial e fiscal tem como centro a taxa básica de juros elevada e a consequente apreciação cambial, que obriga os agentes econômicos a adotarem estratégias que lhes aumente a competitividade no plano internacional, o que é bom para o país, mas tem limites. Nesse sentido, temos alcançado resultados importantes na produção de commodities (grãos e minérios). Em contrapartida, segmentos da indústria enfrentam pesada concorrência de países que mantêm, deliberadamente, suas moedas artificialmente desvalorizadas, como China e EUA.

O que fazem os países que enfrentam situação semelhante à do Brasil em meio a uma crise internacional? A história mostra que adotam políticas seletivamente protecionistas, isto é, medidas de proteção aos setores estratégicos e que estejam vulneráveis à concorrência externa. No Brasil essa situação atinge diversos segmentos da indústria, alguns dos quais têm até registrado perdas absolutas de tamanho no contexto nacional.

O Brasil tem feito o papel de “bom menino” no contexto internacional com relação a medidas protecionistas. Todavia, a situação tem se agravado com a elevação das importações, o que significa um freio perigoso às atividades internas. Com efeito, o governo brasileiro está promovendo, tardiamente, um ajuste temporário até dezembro de 2012, no setor automotivo, mediante a elevação de 30% do IPI sobre veículos importados ou fabricados no país. Dos produtores instalados no país, somente serão atingidos com a medida aqueles que não cumprirem seis das 11 exigências, com no mínimo 65% de conteúdo nacional em 80% dos veículos produzidos no Brasil e investir 0,5% da receita bruta em pesquisa e desenvolvimento.

O Brasil detém o quinto maior mercado de automóveis do mundo. Deve, portanto, usar esse fator para estabelecer condições mais favoráveis ao aumento do conteúdo nacional da produção de veículos, a exemplo do que fazem as grandes potências. Certamente há outros segmentos da economia que necessitariam de medidas relativas de proteção eventual até que encontremos o arranjo ideal de política monetária, fiscal e cambial. Isso não é uma apologia do protecionismo, mas uma tentativa de esclarecer o papel que essas medidas podem ter em conjunturas atípicas.




* Economista

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EXTRAPAUTA

Desaposentação
A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) condenou o INSS a encerrar a aposentadoria proporcional de um beneficiário e conceder-lhe aposentadoria por tempo integral sem que o aposentado precise devolver os valores recebidos.
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O Sinpro/RS encaminhou denúncia ao Ministério Público Federal contra o Conselho Regional de Educação Física do RS (CREFRS).
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