Uma jornada pela inclusão
Como a arte das histórias em quadrinhos pode ajudar o mundo
a ficar melhor? Nosso entrevistado deste mês, o autor de
história em quadrinhos Mauricio de Sousa, é quem
responde. Para ele, a HQ, como forma de manifestação
artístico-cultural, pode e deve estar presente no processo
da informação e disseminação de valores
e idéias, apresentando sugestões e modelos que apontem
caminhos aos leitores. Mauricio foi um dos participantes da 10ª Jornada
Nacional de Literatura de Passo Fundo, cujo tema, neste ano, foi
justamente a viabilidade de um mundo melhor, através da
inclusão pela arte, em especial pela literatura. Para isso,
Mauricio aconselha: “Leiam. Leiam tudo. Leiam sempre. Leiam
demais. Faz bem para o corpo e para a alma”. Mais notícias
de Passo Fundo? Com a palavra nossos repórteres, com uma
matéria especial sobre o evento literário mais badalado
do momento.
Nessa edição, voltamos ainda à pauta da Reforma
da Previdência que, para ser aprovada em primeiro e segundo
turnos pela Câmara, teve seu texto base alterado. Momentos
antes da primeira votação, no dia seis de agosto,
o governo decidiu ceder em pontos polêmicos como contribuição
dos inativos, integralidade e paridade, pensões, teto e
subteto salarial. Em função das mudanças,
preparamos um passo-a-passo para que você saiba de que forma
o novo texto mudará a sua vida. Além das idas e vindas
com as reformas e otras cositas más, o governo federal,
em conjunto com o Ministério Público, está promovendo
uma devassa nas contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento
do Ensino Fundamental (Fundef) de diversas prefeituras brasileiras.
O motivo é o número cada vez maior de denúncias
de irregularidades, desvios de recursos e finalidades na aplicação
dos recursos voltados à manutenção e ao desenvolvimento
do ensino fundamental e à valorização do magistério.
Confira mais detalhes na editoria de educação.
Nesta edição, os leitores conhecerão ainda
a história do Ballet Concerto, que está comemorando
uma década de existência. Entre pliés, pirouettes,
arabesques e développés, o grupo alia flexibilidade,
senso estético e disciplina à ousadia de montar um
espetáculo sofisticado, com 18 bailarinos, e nenhum patrocínio
financeiro.