Mais de 80 escolas já regularizaram contratos

stá aumentando o número de instituições
de educação infantil que estão efetivando
a regularização do contrato de trabalho dos seus
professores.
O caso mais recente é o da Escola de Educação Infantil Despertar,
localizada no bairro Bela Vista, em Porto Alegre. Desde 1° de setembro último,
as profissionais foram promovidas ao cargo de professoras, havendo o reconhecimento
pela escola da função docente e dos termos acordados com o Sindicreches/RS
em 2003.
No final de maio, a Escola Infantil no Mundo da Criança, localizada no
centro de Porto Alegre, também cumpriu o que determina a legislação
educacional e trabalhista. Até o momento, 80 instituições
de educação infantil (creches e pré-escolas) já se
adequaram no todo ou em parte às normas.
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O fato de a Convenção Coletiva de Trabalho Sinpro/RS e Sindicreches/RS
estar com sua aplicação suspensa em função da liminar
interposta pelo Secraso na Justiça Civil não tem sido impedimento
para que as instituições com compromisso e responsabilidade social
procurem se adequar em respeito aos seus profissionais, às crianças
e às famílias”, diz a diretora do Sinpro/RS, Soraya Franke.
O Sinpro/RS está preparando para breve a divulgação do nome
dessas instituições para que a comunidade tenha conhecimento.
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O grau de credibilidade da escola na sociedade passa também pelo reconhecimento
dos profissionais que nela atuam. A rotatividade que se observa neste setor se
dá principalmente por problemas no contrato de trabalho das profissionais
e pela ausência dele”, afirma a diretora e lembra que as famílias
devem estar atentas a essa dinâmica, pois as principais atingidas são
as crianças em seu processo de desenvolvimento e educação.
Omissão de socorro em escola infantil
O Ministério Público propôs uma transação
pecuniária à direção da Escola
Baby & Cia, para a extinção do processo
de crime de omissão de socorro a um aluno de quatro
anos que caiu no pátio da creche e fraturou o cotovelo
(Extra Classe, Ano 9, Número 82, Junho de 2004).
A direção vai pagar R$ 260,00 (em três
parcelas) ao Lar Santo Antônio dos Excepcionais.
O incidente ocorreu no dia 18 de março, na creche
localizada no bairro Nonoai, em Porto Alegre. O menino
foi levado pela família ao Prontopuc, do Hospital
São Lucas da PUCRS, onde foi feita uma radiografia.
Somente após quatro dias é que foi descartada
a hipótese de cirurgia pelo médico que fez
o atendimento, segundo a mãe do menino. Um dia após
o episódio, a mãe foi orientada pelo Sinpro/RS
a formalizar a denúncia pessoalmente no Setor de
Regularização dos Estabelecimentos de Educação
Infantil (Sereei).