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02/2000 - FEVEREIRO/00

Boletim Informativo do SINPRO/RS, entidade filiada à CUT e CONTEE


DISSÍDIO COLETIVO

CAMPANHA SALARIAL TERÁ LANÇAMENTO
ESTADUAL NO DIA 27


Colega, chegamos ao momento de negociar nossa Convenção Coletiva de Trabalho 2000. A exemplo de anos anteriores, esta campanha salarial será unificada com os demais sindicatos de professores e funcionários filiados à Fetee-Sul. No total, nove entidades estão engajadas: Sinpro/RS, Sinpro/Caxias, Sinpro/Ijuí, Fetee-Sul, Sintae/RS e os SAAES São Leopoldo, Caxias do Sul, Passo Fundo e Ijuí.

No próximo dia 27 de fevereiro, a partir das 17 horas, venha participar do lançamento estadual de nossa Campanha Salarial 2000. Nessa data, realizaremos em Porto Alegre um show que reunirá Pagode do Dorinho, Nei Lisboa e The Hard Working Band, além do ator Carlos Falcão, no Parque Moinhos de Vento (Parcão). Será o momento de apresentarmos a toda comunidade gaúcha o que estamos reivindicando e os seus reflexos sobre qualidade da educação. Fique atento! Outras atividades estão sendo agendadas no interior do estado.

A pauta de reivindicações, aprovada em dezembro, foi entregue ao Sinepe/RS no dia 11 de janeiro. Dentre seus itens, destacam-se o reajuste salarial de 13%, a remuneração da Hora-Atividade e o pagamento integral pela escola de um plano básico de saúde para seus professores. O percentual de reajuste combina a projeção inflacionária até o mês de fevereiro com base no INPC/IBGE e a média de reajustamento das mensalidades escolares. No cálculo também foi considerado um aumento real de salário. O estudo para se chegar a estes números foi realizado em parceria com a sub-seção do Dieese mantida pelo Sinpro/RS e a nossa Federação.

É justamente nesta época do ano que o discurso patronal se utiliza do argumento da crise e das dificuldades financeiras como pretexto para não reajustar salários. Então como explicar o aumento das mensalidades sempre acima da inflação e do reajuste dado aos professores e funcionários? O fato é que se tomarmos o exemplo dos últimos três anos, esta prática foi regra. Sempre com a justificativa de serem realizados Investimentos Pedagógicos. De 1996 a 1999, o salário dos empregados foi reajustado em 47,94%. As anuidades da Educação Básica, porém, subiram, em média, 84,25% e as da Educação Superior, em média, 86,01%. Nesse período, podemos observar que os maiores investimentos das escolas ficaram no campo da infra-estrutura física e obras de expansão. Decididamente, Investimento Pedagógico não é só isso, ele deve contemplar a valorização profissional e humana.

Agora chegou a hora de termos investimentos no salário dos professores e funcionários. Feitos os ajustes necessários por parte das escolas (demissões, remanejos, enxugamentos...), chegou o momento de valorizar o profissional que atua diariamente em favor da educação. Com a chamada É hora de Salário, nossa campanha busca um acordo coletivo que contemple a melhoria da nossa remuneração e condições de trabalho.






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