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ESPECIAL ULBRA Novembro/2001 Boletim Informativo do SINPRO/RS, entidade filiada à CUT e CONTEE  

Ulbra completa pagamento do salário de outubro
somente no dia 20 de novembro

E quer conversar sobre o pagamento da multa de 3,40% relativa a esse atraso em janeiro de 2002.


epois de receberem em atraso o salário de agosto e setembro, os professores da Ulbra, tanto da Universidade como das Unidades de Ensino do Centro Tecnológico, viveram a triste realidade de terem a totalidade dos seus salários de outubro pagos apenas no dia 20 de novembro, após concessão de liminar pela 3a Vara da Justiça do Trabalho de Canoas, em ação ajuizada pelo Sinpro/RS (Confira quadro). Ao ingressar na Justiça pedindo o pagamento dos salários, o Sindicato também solicitou o pagamento da multa relativa aos dias de atraso.

As multas pelo atraso dos dois meses anteriores (agosto e setembro) foram pagas junto com o salário do mês seguinte. Desta vez, no entanto, a Ulbra resolveu não fazer o mesmo. Em reunião com a assessoria jurídica da instituição, no dia 23 de novembro, o Sinpro-RS foi informado que a Ulbra não irá efetuar o pagamento da multa (3,40% sobre o salário bruto de outubro) junto ao salário de novembro e quer jogar, para janeiro do próximo ano, as conversações sobre essa questão. A Universidade alega que a prioridade é o pagamento dos salários de novembro, 13°e dezembro.

O Sinpro/RS entende que a multa é um direito do professor e tem um caráter de compensação por danos materiais e morais sofridos em função do atraso salarial. Para garantir isso, deixará em trâmite a ação ajuizada solicitando o pagamento e continuará o seu empenho junto à Reitoria para que esse ocorra o quanto antes.

O Sindicato informa os professores que; caso o pagamento do salário de novembro não ocorra no dia 5 de dezembro, conforme o previsto na Convenção Coletiva, convocará assembléia geral de todos os docentes ligados à instituição para definir as próximas iniciativas. Frente aos inúmeros boatos que têm circulado na comunidade escolar, o Sinpro/RS alerta aos professores para que não se intimidem e nem se constranjam em exigir seus direitos diante desse quadro de atrasos que vêm ocorrendo. Temos convicção de que a inadimplência salarial é fruto de uma inversão de prioridades da instituição (veja na próxima página) e que não retrata de forma alguma fragilidade patrimonial ou risco de insolvência.






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