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Década de 30 e 40
1938 - A primeira reunião de um sindicato para professores
particulares aconteceu no dia 5 de maio de 1938, na casa do Dr.
José Luiz do Prado. Uma comissão, formada pelos professores
José Luiz do Prado, Antônio Madagan e Thiago Wurth,
comprometeu-se a entrar em entendimentos com a Inspetoria Regional
do Trabalho, a fim de organizar o Sinpro.
Já no dia 20 do mesmo mês, com a presença de
representantes da Inspetoria Regional, foi fundado o Sindicato
dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Sinpro/RS). Porém,
somente no dia 16 de novembro daquele ano, a entidade foi reconhecida
pelo governo, mediante despacho do Ministério do Trabalho.
A data oficial de fundação ficou sendo o 21 de maio
de 1938. O primeiro presidente foi o professor José Luiz
do Prado, que permaneceu sete anos no cargo.
1941 - Nesse ano, a entidade foi reconhecida
como o Sindicato do Ensino Primário, Secundário e
de Artes do Rio Grande do Sul, passando a ter jurisdição
em todo Estado. Em 1945, devido à rede particular de ensino
ser muito pequena, o Sinpro/RS contava com cerca de 600 associados.
Sucedendo o primeiro presidente viriam: Samuel Antônio de
Figueiredo, Arthur Frederico Reif, Lino Vasques Capuano, José Lourenço
Kuns, Henrique Richter, Astrogildo Fernandes, João Xavier
Dinis, João Pessoa Mucilo Damásio, Heitor Bardemacker
Alves, Joaber Pereira, Mendes Gendelmann e Marcos Júlio
Fuhr.
No final dos anos 70, a diretoria do Sinpro/RS realizava tarefas
sindicais de cunho administrativo e assistencial. Havia uma grande
preocupação em fazer deste Sindicato uma entidade
economicamente forte. Ao invés de mobilizar a categoria
e lutar por ela, a intervenção do sindicato possuía
outra intenção: a assistência médica,
herança de um sindicalismo atrelado.
Em 1979, o quadro do Sinpro/RS era, basicamente, composto por um
departamento médico assistencial com prestação
de serviços, semelhante a uma clínica particular.
Havia um laboratório de análises clínicas,
um setor médico, com serviços nas áreas de
clínica geral, pediatria, cardiologia, ginecologia e obstetrícia.
Essa estrutura envolvia 17 profissionais, aumentando, em 1980,
para 18, deixando claro o objetivo de "aprimorar os serviços".
O assistencialismo era tamanho que o Sinpro/RS chegava à extrapolação
de fazer convênio com o INAMPS, desvirtuando sua função
político-sindical.
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