Audiência pública debate Ed. Infantil na Assembleia Legistativa dia 19/06


Comunicação Sinpro/RS
Negociação Coletiva | Publicado em 06/06/2012


A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do RS realiza no dia 19 de junho, terça-feira, às 9h30, na Audiência Pública (Sala Salzano Vieira da Cunha, 3º andar) para debater temas relacionados à educação infantil privada no estado. Em pauta estarão assuntos como: melhores salários e condições de trabalho aos professores, formas de contratação e regularização das escolas de educação infantil.

A audiência foi solicitada pelo Sindicato dos Professores de Educação Infantil do RS – Sinpro/RS, na Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do RS, e protocolada pelo deputado Alexandre Lindenmeyer.

“O objetivo é somar esforços das diferentes entidades que atuam na educação infantil, buscando a regularização, bem como, a valorização e o reconhecimento das professoras que trabalham neste nível de ensino”, afirma Celso Stefanoski, Diretor do Sinpro/RS. Ainda de acordo com Stefanoski, é importante chamar a atenção da sociedade para a importância das questões relativas a educação infantil, “etapa de fundamental para o desenvolvimento integral da criança”, declara. Estão convidados a participar representantes do Conselho Estadual de Educação, Conselho Municipal de Educação e Sindicreches.

ATO PÚBLICO – O Sindicato fará ato público na mesa data da audiência, às 9h, em frente à Assembleia Legislativa para denunciar as condições de trabalho e baixos salários da educação infantil.

NEGOCIAÇÃO COLETIVA 2012 – O Sinpro/RS está em plena negociação salarial com o Sindicreches, que será retomada nesta sexta-feira, 15 de junho, às 10h, na sede do Sinpro/RS. Será a terceira reunião de negociação entre os sindicatos. A última reunião que deveria ter ocorrido dia 1º de junho foi cancelada pelo Sindicreches, que está resistente às reivindicações e insiste em desvalorizar o professor, não concedendo reajuste.

O sindicato reivindica para os professores: reajuste do salário pelo INPC (4,88%) + 10% de aumento real; férias no período de janeiro ou fevereiro; recesso de sete dias em julho; plano de saúde com participação das escolas (50%), ampliação do adicional por tempo de serviço de 3% para 5% a cada quatro anos e remuneração das reuniões pedagógicas quinzenais.